Francislene Lira

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IX Arte à Bessa 2011

Este é o título do projeto promovido pelo Instituto de Cidadania e Arte Boi do Bessa.

 

Arte à Bessa. Este é o título do projeto promovido pelo Instituto de Cidadania e Arte Boi do Bessa, mais conhecido pela designação ICA BOI DO BESSA, que desenvolve um importante trabalho social, com atividades culturais de música, teatro e artes plásticas, além de ações na área de meio ambiente.

O ICA BOI DO BESSA sob a liderança do Artista Plástico Clóvis Júnior, realizará nos dias 14 e 15 de dezembro, quarta e quinta-feira próxima, em tendas montadas na Praça do Caju*, em João Pessoa, atividades artísticas e culturais para a comunidade em geral.

* localizada na Avenida Nilo Peçanha no Bessa

 

O Instituto de Cidadania e Arte Boi do Bessa,  foi constituído em 10 de setembro de 2005, como pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede no município de João Pessoa/PB.

Com as seguintes finalidades:
I – promoção da assistência e inclusão social, por meio de ações educativas e de qualificação profissional;
II – promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico;
III – defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável;
IV – promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais:
V – estudos, pesquisas, exposições de artes, produção e divulgação de informações voltadas para a construção, garantia de direitos e melhoria da qualidade de vida. 

O presidente e um dos fundadores da entidade é o Artista Plástico Clóvis Júnior.

 

Instituto de Cidadania e Arte Boi do Bessa, que desenvolve um importante trabalho social, com atividades culturais de música, teatro e artes plásticas, além de ações na área de meio ambiente.

 

A agremiação, o Boi de Bessa, surgiu com a intenção de resgatar a cultura popular e preservar a natureza

De acordo com o artista plástico Clóvis Júnior, idealizador da agremiação, o Boi de Bessa, surgiu com a intenção de resgatar a cultura popular e preservar a natureza, sendo um dos principais objetivos do bloco a conscientização contra a destruição dos cajueiros do bairro, protegendo-os e promovendo o replantio. O artista esclarece que o bloco é uma das ações do Instituto de Cidadania e Arte Boi do Bessa, que desenvolve um importante trabalho social, com atividades culturais de música, teatro e artes plásticas, além de ações na área de meio ambiente.

11 de December de 2011 at 10:32 AM Comments (0)

Como o talento transforma um lugar: Clóvis Junior!

 

Da Esquerda para Direita: Kalina, Francislene, Clóvis Junior e Marta

Diante da idéia de freqüentar um “espaço vida saudável” de Marta, na Rua Antonio Gama, 963 no bairro Tambausinho – perto da oficina Renault, para tomar um shake eu imaginava algo monótono, rotineiro e obrigatório (pela vontade de perder peso), porém tive uma grata surpresa, na verdade GRATAS surpresas, conversas variadas, novas amizades, o peso, porém, permanece o mesmo. Mas mesmo assim, os outros ganhos deixaram a balança em segundo plano. Talvez, agora, sem ansiedade comece o processo de perdas (quilos).

Uma dessas surpresas foi à oportunidade de interagir com o “artista Plástico” Clóvis Junior, que na proporção que tem impressionado o mundo com sua arte, me impressionou pela sua simplicidade.

O “cara” é de Guarabira/PB, esse município tem sido fértil em pessoas especiais, Allisson Vitalino jurista que tem minha admiração pela competência e simplicidade com que desenvolve suas atividades na CAGEPA também é de Guarabira.

Entendo que os BONS de fato, possuem tão naturalmente o domínio sobre o que fazem que não se deslumbram  nessa vida, parece que a missão deles é nos proporcionar tal sensação.

Mas, voltando ao artista plástico, Clóvis Junior, dono de muitos prêmios, se destaca com premiações de 1° lugar em diversos concursos pela ONU em 1993. Contando no seu currículo com 35 exposições individuais no Brasil e no mundo e mais de 50 exposições coletivas e salões. Há outra série de exposições coletivas e participações na Bienal Naifs do Brasil, em São Paulo; Exposição Bikoo-kem(Eco 92), no Rio de Janeiro. Para nosso orgulho, Clóvis está entre nós, criando e se inspirando na Paraíba, mas já se tornou um fenômeno nacional. De 1983 até hoje, soma em seu currículo uma lista de 16 exposições internacionais, destacando-se trabalhos realizados na Flórida, Nova York, Washington, Ovar, Paris, Buenos Aires, Alemanha, Itália, Londres, entre outras. Hoje, o artista tem trabalhos publicados em livros importantes como “Brazilian Knotd – Embaixada do Brasil – Londres”; “Brasilian Art – São Paulo”; participou de vários livros de Bienal Naifs do Brasil; “XXVIII Anuário do Clube da Criação de São Paulo”; “10 Anos do Centro Cultural Correios – Rio de Janeiro”.

Da Esquerda para Direita: Francislene, Clóvis Junior e Kalina

Dessa forma, decidi fazer essa publicação para compartilhar com vocês minha constatação, que para alguns, muito óbvia, mas alguém compreenderá que aos 47 anos, às vezes, é quando começamos a aprender ou nos descobrimos, como diz o poeta, eternos aprendizes, e algumas fotos muito especiais!

23 de October de 2011 at 11:50 AM Comments (0)

Viagem no tempo!

No ano de 2003 estive em Minas Gerais para apresentar um trabalho de pesquisa, na área de Atendimento ao Cliente da Companhia de Saneamento da Paraíba – CAGEPA, no Congresso de Engenharia de Produção de Ouro Preto, oportunidade que por si só já seria muito rica, mas como nada é tão bom que não possa ser melhorado, foi agendada, também, uma visita técnica a Companhia de Saneamento de Minas Gerais – COPASA em Belo Horizonte.

Tendo em vista a COPASA ser a terceira maior empresa de saneamento básico do país e apontada como a melhor pelo critério de receita líquida, acreditei na possibilidade de um “Benchmarking”, e entreguei a Diretoria da Companhia de Saneamento da Paraíba – CAGEPA, um relatório sobre as principais atividades do Serviço de Atendimento ao Público daquela Companhia na expectativa de contribuir com a melhoria contínua da prestação de serviços da Empresa Paraibana, da qual sou funcionária há 23 anos.

Os técnicos da COPASA foram receptivos, fornecendo as informações solicitadas, através de entrevistas gravadas que corroboraram o relatório da visita e se dispondo a promover cooperação técnica com a CAGEPA. Anexo ao relatório foi entregue cópias do material impresso utilizado pela Companhia mineira no relacionamento com os seus clientes.

 

Esse fato ocorreu oito (08) anos atrás e ainda oferece inúmeros ensinamentos, como se pode observar no trecho do documento referente ao Serviço de Teleatendimento da COPASA elaborado no ano de 2003:

               

A plataforma de Call Center da COPASA é composta de 40 posições de atendimento – PA – nas quais se revezam 110 operadores, em turnos de trabalho equivalente a 4 horas/dia, funcionando 24 horas, inclusive sábado, domingo e feriado, através de um número telefônico de utilidade pública “195”.

De acordo com o fluxo de ligações telefônicas, cada turno de trabalho opera com equipes variando entre 15 a 20 operadores, sob a responsabilidade de um líder de equipe, que diferente dos operadores, tem uma jornada de trabalho de 6 horas/dia. A função do líder, basicamente, é interagir com os operadores, acompanhando o desempenho e evolução destes. O líder deve se manter atento ao menor sinal de conflito no salão do Call Center. Para a COPASA um operador com problema compromete toda a equipe, através do tom da voz ou fisionomia. Este fato possui tamanha relevância, que estão se estruturando para instalarem espelhos individuais nos postos de trabalho, para que o operador acompanhe sua postura no momento do atendimento.

A COPASA reconhece o nível de STRESS decorrente da atividade de teleatendimento e orienta seus operadores a não entrarem em conflito com o cliente por hipótese alguma. “No caso do cliente solicitar informação a qual não disponha, proceda da seguinte forma: peça o telefone de contato do cliente e o horário mais conveniente para a COPASA retornar a ligação com a informação solicitada”. Este contato posterior será feito por outro grupo de operadores, o pró-ativo, que trabalha nos três turnos, 03 funcionários de manhã, 03 à tarde e 01 à noite. Este grupo opera, sem preocupação com o controle de tempo, nem com outras ligações telefônicas na espera, o que lhes garante condições mais favoráveis para contornar qualquer dificuldade que surgir no atendimento.

O Call Center dispõe de uma estrutura organizacional, que possibilita a ascensão dos operadores. Os níveis iniciais são: operador júnior, operador profissional e operador avançado. Cada equipe de operador funciona com um líder e seu substituto imediato, cargo esse, ocupado por um operador avançado.

O Call Center recebe diariamente 10.000 ligações telefônicas em uma plataforma automática de atendimento, a qual é locada a TELEMAR. O primeiro contato do cliente com a COPASA, é feito através da Unidade de Recepção Audível (URA) com um menu inicial de 04 opções: falta d’água, vazamentos, ligação nova e religação, e outras informações.

Selecionada uma das 04 opções acima, a COPASA direciona o cliente para o atendimento específico. Existem 02 grupos distintos de atendimento: um grupo de negociadores que possui um treinamento maior, mais qualificado, denominado atendimento comercial, e um grupo de atendimento operacional que é treinado para atender vazamentos, informações sobre falta d’água, etc. Solicitações operacionais que implicam em atendimento rápido.

A COPASA observou que neste segundo grupo é registrada a maior demanda de solicitações, caracterizando assim o gargalo do atendimento via telefone, e para tanto os seus operadores são treinados para velocidade.

Ao ingressar no Call Center o operador novato fica durante 30 dias em sala de aula com treinamento específico: fraseologia, abordagem técnica, etc. Quando fica seguro é que é colocado sob a responsabilidade do líder no atendimento operacional, que passa a acompanhá-lo. Mensalmente é feito uma dinâmica com o setor de acompanhamento dos recursos humanos do Call Center e o líder, para verificar a evolução da equipe e os possíveis pontos de melhorias. À medida que os operadores vão adquirindo experiência, o líder procura detectar os talentos para o atendimento comercial e então os submete a um treinamento específico e os transfere para esta atividade.  Neste contexto se configuram os 02 perfis de atendimento: operacional e comercial.

A COPASA não disponibiliza parcelamento de débito por telefone, apesar de todos os atendimentos do Call Center serem gravados. Os atendimentos gravados possibilitam ao líder semanalmente fazer um trabalho de controle de qualidade de desempenho, junto com o setor de acompanhamento de capacitação de pessoal do atendimento telefônico em cima de uma amostragem de 05 atendimentos por cada operador.

O serviço mais solicitado através do atendimento por telefone é a retirada de vazamento no “padrão” (ramal) e vazamentos em geral.

Parcelamento por telefone só é possível se for de valores de serviços. O valor da ligação é parcelado de 01 a 18 meses.

A COPASA realizou um estudo de implantação do Call Center, com a participação do setor médico e do setor de segurança do trabalho, observando a segurança, espaço físico, aeração, ruídos, mobiliário e iluminação. Respeitando às indicações ergonômicas e as recomendações da NR 17, inclusive no que se refere ao intervalo de 10 minutos de descanso, a cada 50 minutos trabalhados, onde o operador é obrigado a se ausentar do salão de PA’s e não fazer nada ligado a sua atividade, durante o tempo do intervalo. Esta prática já faz parte da rotina da COPASA a mais de 5 anos. Não é permitida, aos operadores do teleatendimento, a entrada no salão do Call Center portando celulares, bolsas ou objetos que possam tirar-lhes a atenção, para tanto a empresa disponibiliza armários individuais.

Essa Companhia em convênio com a Universidade Federal de Minas Gerais, graduou a pouco tempo, um grupo de funcionários em ERGONOMIA, para garantir a observância deste aspecto em todos os setores da empresa.

Na plataforma do Call Center, existem operadores de ambos os sexos, porém a maioria é composta por mulheres. Percebe-se que o atendimento por telefone tem conotação mais informativa, dos 10.000 atendimentos telefônicos diários, apenas 30% geram ordens de serviço.

Esta plataforma abrange apenas os municípios de Belo Horizonte, Contagem e Betim, os outros municípios têm atendimento próprio (PABX).

31 de August de 2011 at 11:08 AM Comments (0)

Precisamos rever nossa sina, seja País, Estado ou Indivíduo.

A Aesb defendeu que a alta carga tributária que recai sobre as empresas de saneamento as impede de investir mais na prestação de serviços de qualidade

Elaborei esse post, para ressaltar um trecho da matéria publicada na edição da revista Época de 21/07/2011, na qual os jornalistas Marcos Coronato e Daniella Cornachione abordam a nova etapa da crise econômica global, provocada pelo endividamento dos EUA e da Europa e a inflação em alta no mundo emergente.  No desenvolvimento da matéria responde questões como: O Brasil está protegido? E se os EUA dessem um calote? O euro vai acabar? A China se beneficia?  Por que o Brasil não se beneficia?

Através de uma dessas perguntas os autores afirmam que “Nenhuma economia se beneficia de uma crise global. A China tem interesse em que os Estados Unidos e a Europa continuem sendo bons compradores e pagadores de dívida confiáveis. A perda de riqueza das potências ocidentais até permite que os chineses projetem mais poder e influência, já que o crescimento global se tornará mais dependente deles. “O resto do mundo vai crescer menos. Temos uma década ‘sinocêntrica’ pela frente”, diz o economista Barros de Castro, integrante do Conselho Empresarial Brasil-China. Mas o verdadeiro efeito positivo da crise chegará às famílias chinesas por outra via. (…) Diante da crise, o governo chinês tende a acelerar nestas três frentes – educação da população, distribuição do poder aquisitivo e obras de infraestrutura no interior pobre. “

Estação de tratamento de água convencional completa, fabricada em resina poliéster estruturada em fibra de vidro, de baixo custo de implantação e de fácil operação.

A verdade de que a mudança é a única constante atual, faz da flexibilidade uma característica CRUCIAL, e, por conseguinte a capacidade de adaptação. Portanto, para os autores, “num cenário de transição e incerteza, como o atual, as economias mais dinâmicas e flexíveis se encontram em situação mais segura, devido sua facilidade de adaptação. Porém, flexibilidade, infelizmente, não é uma qualidade do Brasil, que se torna um ultraespecialista em exportar soja e minério de ferro para a China. Falta-nos também uma população bem-educada e preparada para disputar o mercado de trabalho global com vantagens. Como os chineses, temos um mercado interno grande, capaz de amortecer os efeitos da piora no cenário internacional. Mas o mercado interno brasileiro não é grande o bastante para impulsionar a economia sozinho por longos períodos. Caso o Brasil não se prepare com mais educação, infraestrutura de qualidade e eficiência, o futuro incerto poderá nos levar, mais uma vez, à posição que historicamente foi nossa sina: um país com um enorme potencial. Só potencial.”

Realidade que se observa também através do relatório do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) divulgado em 2010, que apresenta o Brasil na 73ª posição entre 169 países, indicando “tendência de crescimento sustentado ao longo dos anos”, como também pelo índice de GINI (parâmetro internacional usado para medir a desigualdade de distribuição de renda entre os países) do Brasil que é de 54,4 (ou 0,544 relativo ao ano de 2008) o que demonstra que nosso país tem uma alta concentração de renda.

O GINI indica que quanto maior a concentração de renda em um país, maior é a privação de seu povo em saúde, educação, expectativa de vida, ou seja, neste sentido o GINI é inversamente proporcional ao IDH, dois índices utilizados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Ou seja, só nos resta concordar com Marcos Coronato e Daniella Cornachione, o Brasil é um país com um enorme potencial. Só potencial. Principalmente diante da afirmação do presidente da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesb), Walder Suriane:

“os serviços de saneamento básico são mais precários nos estados do Norte e Nordeste porque a população tem menor capacidade de pagamento. Isso se reflete na qualidade da prestação de serviço”.

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Suriane afirmou que, nos estados e municípios com maior poder econômico, geralmente o serviço de saneamento é melhor. “Exemplo disso é Brasília que se encontra em uma situação privilegiada, pois 99% da população têm abastecimento de água, e a cobertura da rede de saneamento básico é 93%”, completou.

De acordo com o presidente da Aesb, o que impede maiores investimentos por parte das companhias na prestação de serviço e qualidade na gestão de saneamento é a alta carga tributária que recai sobre as empresas. “De 2003 a 2010, a carga tributária praticamente dobrou, com a alteração do PIS/Cofins. O governo arrecada das companhias, atualmente, cerca de R$ 2 bilhões por ano. O valor é significativo e poderia ser investido na qualidade do serviço”, explicou.

Para Suriane, houve descontinuidade de investimentos no setor, que devem ser feitos a longo prazo. Para isso, é necessária a aplicação de recursos que já existem. “Os R$ 2 bilhões arrecadados anualmente são maiores que o valor orçamentário que o governo federal investe na prestação de serviço”, afirmou.

  • Outra explicação para a diferença da prestação de serviços de saneamento entre os estados é o valor baixo das tarifas cobradas pelas companhias em determinados locais, o que inibe investimentos em qualidade. Walder Suriane defendeu a melhoria de gestão de saneamento que inclui eficiência energética, redução de perda de água e qualidade na prestação de serviço, de modo a beneficiar toda a sociedade. (Fonte: EXAME.com de 06/06/2011)

Um dia alguém afirmou: vamos trabalhar para que a população, de Cachoeira dos Indios a Cabedelo, recebam o mesmo tratamento, porém sabemos que no Estado da Paraíba para que essa afirmação seja verdade, ainda teremos muito chão pela frente, e poucos homens comprometidos com essa causa, infelizmente.

Tecnologia que viabiliza não só a universalização do tratamento de água para consumo humano, como garantir a melhoria do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano.

 

Essa disparidade é preocupante, principalmente quando sabemos que “água contaminada mata 2 milhões de pessoas por ano no mundo”. (fonte: reportagem de Renata Giraldi na Revista Exame de 05/07/2011.)

“Pelo menos 2 milhões de pessoas, principalmente crianças com menos de 5 anos de idade, morrem por ano no mundo devido a doenças causadas pela água contaminada. Porém, os problemas podem ser evitados por meio de políticas públicas eficientes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para os especialistas, o ideal é adotar um plano de gestão de água potável de qualidade.

Na reportagem de Renata Giraldi, o coordenador de Água, Saneamento, Higiene e Saúde da OMS, Robert Bos, destaca que os males causados pela água contaminada atingem países desenvolvidos e em desenvolvimento. “Isso deixa claro que a maioria desses [problemas] poderia ter sido evitada por meio da implementação dos planos de segurança em água.”

A OMS dispõe de um plano denominado Planejamento de Água Saudável, que define mudanças na gestão da água potável em vários países. A idéia é incluir procedimentos de segurança para assegurar a qualidade da água usada na alimentação e orientações à população. Também há recomendações sobre os riscos envolvidos.

De acordo com o estudo, é necessário que as autoridades estejam atentas às mudanças climáticas, que provocam alterações de temperatura da água, e às ameaças de escassez do produto. Há, ainda, a preocupação com o controle no uso de substâncias químicas para o armazenamento de água potável.

“Os países têm a oportunidade de fazer progressos substanciais para a saúde pública por meio da definição e aplicação de normas eficazes e adequadas para assegurar água potável”, disse a diretora da OMS para Saúde Pública e Meio Ambiente, Maria Neira.

Para o diretor executivo da Agência Nacional de Águas de Cingapura, Khoo Teng Chye, o fornecimento de água potável é um dos principais pilares da saúde pública. Segundo ele, as novas orientações devem seguir os princípios da prevenção e qualidade da água potável”, conforme a reportagem de Renata Giraldi na Exame.

 

8 de August de 2011 at 12:01 PM Comments (0)

A relevância social do Serviço de Teleatendimento é incontestável.

 

Este post foi elaborado com o objetivo de registrar a importância da adoção de medidas voltadas para promover a qualidade das condições de trabalho do Serviço de Teleatendimento.

A vida moderna, sobretudo impõe às pessoas a necessidade de otimização do tempo. O desejo de uma melhor qualidade de vida, a necessidade de exercer várias atividades econômicas para auferir renda, o custo financeiro dos deslocamentos urbanos, o tempo que essas atividades exigem, para não falar em questões de segurança pessoal – tudo isso leva as pessoas a procurarem o atendimento de suas necessidades de forma cômoda, segura, eficaz e de baixo custo financeiro.

Dentro dessa ótica, o deslocamento físico até os locais de prestação de serviços tende a ser, progressivamente, substituído pelo emprego de tecnologias de comunicação à distância, tais como, a correspondência, o telefone, o fax e o correio eletrônico, cabendo notar que, dentre essas, a mais difundida, a mais ágil e que está ao alcance de um grande número de pessoas, é o telefone.

Para se ter uma idéia desta dimensão ilustra-se num caso único, a diferença entre o atendimento presencial e o telefônico, prestado nas lojas de atendimento de João Pessoa e Campina Grande, no ano de 2005 da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA. Enquanto foram atendidos presencialmente 10.800 (24%) clientes por mês, foram efetuados 34.500 (76%) atendimentos telefônicos, o que equivale a dizer que para cada atendimento presencial, foram feitos três atendimentos telefônicos.

Tal como existe hoje, o serviço de atendimento telefônico disponibilizado pela Empresa citada já constitui um significativo benefício para a clientela da referida organização, que é, em suma, a população paraibana como um todo. 

Por compreender o papel dessa atividade para a população é oportuno também, estarmos atentos aos efeitos desse trabalho sobre os operadores de teleatendimento em seus variados aspectos.  A atividade de Teleatendimento caracteriza-se pelo controle excessivo, pressão por resultados e cumprimento de metas e por conseqüência por alto Índice de absenteísmo – ausências no trabalho (licença médica, licença sem vencimento, transferências, etc.).

Pelo trabalho o homem se faz homem, modifica a natureza, transforma suas condições de vida. Pelo trabalho, também, o homem é alienado, subjugado, dominado (FRANCO, 1991, apud CATÃO, 2001).

“para fins de direitos autorais de imagem declaro que a foto usada acima não é de minha autoria e que o autor não foi identificado”

18 de July de 2011 at 11:06 AM Comments (0)

O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é?

Por esses dias li uma matéria muito interessante, sob o título “O amor bom é facinho”. Com simplicidade e com bom humor foi abordado um assunto, vamos dizer…, delicado, pois mesmo conhecendo a situação,  muitas vezes não conseguimos evitá-la. E lá estamos nós no jogo de gato e rato.

A percepção do autor, o “cara”, IVAN MARTINS editor-executivo de ÉPOCA, conseguiu expressar tudo e mais alguma coisa, FANTÁSTICO. 

E assim fiz esse post para compartilhar o prazer dessa leitura:

O amor bom é facinho

Por que as pessoas valorizam o esforço e a sedução?

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho – esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Eu suspeito que não.

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa – na escola, no esporte, no escritório – levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Minha experiência sugere o contrário.

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas.

Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado. Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e freqüentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.

12 de July de 2011 at 11:18 PM Comments (0)

Encontro Estadual de Saneamento Básico

O Encontro será no dia 11 de Julho(segunda-feira) as 08:00 da manhã no  no Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural em João Pessoa.

 

O Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria Executiva de Obras do PAC, realiza na próxima segunda-feira (11) o Encontro Estadual de Saneamento Básico. O evento será realizado no Teatro Paulo Pontes do Espaço Cultural, em João Pessoa, no horário das 9h30 às 17h30 e vai trazer à Paraíba representantes do Ministério das Cidades para discutir com os gestores públicos e técnicos da área a Lei 11.445/2007, que trata da política federal de saneamento básico para os municípios.

 

O Encontro vai tratar das questões de saneamento, saúde, meio ambiente e sustentabilidade, no sentido de buscar políticas consistentes e integradas para a Paraíba. Para tanto, o Governo convocou a participação efetiva dos prefeitos, secretários e técnicos para juntos decidirem com o Executivo a execução da política federal e viabilidade das ações para o abastecimento público de água, esgotamento sanitário, manejo de resíduos sólidos urbanos, drenagem urbana e saneamento rural.

 

Programação

8h – Credenciamento

9h30 – Abertura – Governador Ricardo Vieira Coutinho

9h50 – Palestras sobre Plano de Saneamento Básico com Tatiana Pereira e sobre o Processo Seletivo do PAC II –G3 com Jailma Marinho de Oliveira Pereira (Analistas de Infraestrutura em Saneamento do Ministério das Cidades)

10h40 – Debatedor – José Reinolds C. de Melo (UFPB)

11h – Debate

11h30 – Titularidade e Concessão de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário com Walder Suriane (Superintendente Executivo da AESBE –Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais)

12h – Debatedor – Guarany Marque Viana (Serhmact)

12h30 – Debate

13h – Intervalo para o Almoço

15h – Retorno

15h25 – Contratos de Repasse – Luciana Torres Maroja (Coordenadora de Repasse da Caixa Econômica Federal)

15h50 – Debate

16h30 – Política de Saneamento Básico da Paraíba – Deusdete Queiroga Filho (Presidente da Cagepa) e Política Estadual de Recursos Hídricos e de Meio Ambiente – João Azevedo (Secretário da SERHMACT)

17h30 – Encerramento – Ricardo Barbosa (Secretário Executivo de Obras do PAC)

10 de July de 2011 at 11:34 PM Comments (0)

ESTRESSE EM PROFISSIONAIS DE ATENDIMENTO AO PÚBLICO

RESUMO

Foi identificada no Teleatendimento da Empresa de Saneamento da Paraíba a relação entre o estresse e a produtividade de suas operadoras. Este trabalho de pesquisa qualitativa e quantitativa adotou caderno de campo, observação direta e aplicação de questionário aberto para caracterizar a distribuição das operadoras por variável socio-demográfica e o Questionário de Saúde Geral de Goldberg. Um grupo de atendentes foi avaliado por meio de inventários em entrevistas coletivas (QSG e protocolo psicossocial) para caracterizar manifestações de ansiedade e stress, juntamente com a eficácia gerencial, tendo em vista a influência do stress em atividades laborais ser evidenciada em diversos estudos, especialmente em profissões onde o contato interpessoal é freqüente. A relevância social do teleatendimento é incontestável, o que ressalta a necessidade de investimentos em pesquisas, que propiciem os aprofundamentos teóricos metodológico, capazes de desenvolver aportes práticos na produtividade sem deixar de lado os aspectos de saúde ocupacional.

 Palavras – chave: Estresse. Teleatendimento. Produtividade – Estresse.

 STRESS IN CUSTOMER SERVICE ATTENDANTS  

ABSTRACT 

The study has identified the relation between stress and productivity in costumer service telephone attendants working at the Sanitation Company in Paraíba. To collect data to support this qualitative and quantitative research work, field log, direct observation and application of open questionnaire in order to characterize the operators distribution by social-demographic variable, as well as Goldberg’s General Health Questionnaire. One group of customer service attendants in the sanitation area was evaluated by means of collective interview inventories (GHQ and a psychosocial protocol) for determining the main stress and anxiety manifestations as well as managerial efficacy, since the influence of stress on work activities has been highlighted in several studies, especially in professions at which interpersonal contact is frequent. The social relevance this service is unquestionable and this highlights the need of investments in research that shall lead to methodological theoretical deepening in order to develop practical contributions to the productivity without leaving out occupational health.

 Key words: Stress. Customer Service. Productivity – Stress.

“para fins de direitos autorais de imagem declaro que a foto usada acima não é de minha autoria e que o autor não foi identificado”

10 de July de 2011 at 10:55 PM Comments (0)

Tecnologia alinhada com a política de universalização do serviço de água tratada.

Vista dos Filtros da ETA

A Estação de Tratamento de Água Convencional,em Plástico Reforçado, é um recurso de baixo custo e de alta eficiência, devido à concepção simples e eficaz de seu projeto, independentemente da qualidade da água bruta.

É um projeto altamente viável, de fácil operação dispensando a presença de técnico especializado no local. O operador será uma pessoa da própria comunidade devidamente treinada.

A estação é fabricada sob medida para cada localidade, facilmente transportada até às comunidades mais distantes e o processo de tratamento é completo (Mistura rápida, floculação, decantação, filtração, desinfecção e correção de pH ), condição que garante água de boa qualidade.

Solução inovadora e de baixíssimo custo de implantação (custa aproximadamente 35% do custo da convencional de concreto armado), além ter flexibilidade de projeto, agilidade de construção, ótima estabilidade dimensional, leveza dos materiais, fácil transporte, superior desempenho hidráulico, elevada resistência à temperatura, obra limpa, menos entulho, menor desperdício.

10 de July de 2011 at 7:13 PM Comments (0)

E a nossa porção beija-flor??

 

Perboyre Sampaio escutou e falou:

Sendo um ESTETA, traça uma RETA.

Quase POETA ou um PROFETA.

Mas lá no fundo, tem uma META:

Mudar o Mundo!

10 de July de 2011 at 6:11 PM Comments (0)

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